segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CHUVAS TRANSFORMAM TRANSAMAZÔNICA EM LONGO ATOLEIRO

Sem poder seguir viagem, caminhões estacionam a beira da estrada e esperam o tempo melhorar. Quem resolve insistir acaba preso no atoleiro (Imagem de arquivo)

Durante o inverno amazônico, com as chuvas mais intensas, os atoleiros na rodovia Transamazônica (BR-230) se multiplicam. A estrada vira um caos, e complica a vida de motoristas e passageiros, que são obrigados a fazer uma viagem demorada e perigosa.

Quem precisa viajar pela rodovia Transamazônica, entre os municípios de Itupiranga e Marabá, ambos na região sudeste do estado, enfrenta um trecho de mais de um quilômetro de atoleiros, que deixam o trânsito parado. Sem poder seguir viagem, dezenas de caminhões estacionam a beira da estrada e esperam o tempo melhorar.

Quem tenta passar, se arrisca. "Daqui até Itupiranga está crítico, muito crítico. É prejuízo para quem precisa e para nós né, que precisamos trafegar", lamenta o motorista Kennedi Dantas. Muitos motoristas que tentam passar pelo atoleiro, acabam ficando no meio do caminho.

Para ler mais, http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/02/atoleiros-na-transamazonica-dificultam-trafego-de-veiculos-no-para.html

2 comentários:

Anônimo disse...

Caro Piteira, na tragédia que aconteceu santa Maria, os orgãos competentes trataram rapidamente de fazer uma força tarefa em todas as casas de Shows e boates do Brasil, então porque eu estou falando sobre isso em relação a Transamazônica, porque todos os anos falamos da transamazônica em todos os noticiários do estado e até nacional e ninguem toma nenhuma providencia, será que é preciso perder várias vidas para que alguém tome uma atitude, é lamentável que nossa região seja abandonada pelo governo federal e essa obra tem mais de 40 anos e nunca termina, a presidenta Dilma tem que vir aqui onde as pessoas estão vivas e precisando de ajuda e não ficar chorando em velório, para fazer média com o povo brasileiro.

José Maria Piteira disse...

Verdade, anônimo, e estás coberto de razão. Só não sei se uma vinda da Dilma aqui resolveria de vez o problema do empacamento em que se encontra a BR-230 já por mais de quatro décadas. O homem que nunca viu, nada ouviu e nada soube já esteve aqui antes, fez promessas para ouvidos ansiosos e corações aflitos, mas nada aconteceu - se bem que a Dilma tem atitudes positivas e decisivas muito melhores do que o fantasma que hoje a atormenta com a ameaça de ser candidato à Presidência.
Sincramente, penso quinhentas vezes antes de divulgar alguma notícia sobre asfaltamento da nossa Transamazônica. Mas não te espanta, Anônimo: ela e ele estão cumprindo calendário carregado de viagens eleitoreiras pelo Brasil afora - ela esteve aqui há quatro dias - afinal, 2014 é ano eleitoral.
O que ainda te espanta no Brasil, Anônimo? A mim, nada!!

JM Piteira