O Ministério Público Federal (MPF) recomendou e a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) acatou: o preenchimento de vagas em cursos de graduação oferecidos por aquela academia será aberto a alunos oriundos de toda e qualquer universidade, e não apenas das públicas. As provas do "vestibulinho" para preenchimento de 139 vagas acontecerão no próximo domingo, dia 30.
Pelo edital inicial, a seleção daria preferência a candidatos vindos de instituições públicas de ensino superior. Alunos de faculdades particulares só seriam aprovados se sobrassem vagas. O MPF considerou a diferenciação ilegal e recomendou a mudança. Uma decisão correta.
“O processo seletivo é forma isonômica de selecionar candidatos para participar de cursos oferecidas e deve ser pautado pelos princípios da administração pública”, diz o procurador regional dos direitos do cidadão, Alan Rogério Mansur Silva, responsável pela recomendação.
Agora, estudantes de faculdades públicas e particulares vão concorrer pelas vagas em pé de igualdade. As vagas são para os cursos de agronomia, engenharia florestal, medicina veterinária, zootecnia e engenharia de pesca.
Agiu bem o MPF.
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